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domingo, 7 de fevereiro de 2016

O PPCP COMO BOMBEIRO NA EMPRESA

Existe um problema muito sério e que acontece em algumas empresas, o setor do PPCP (Planejamento e Controle de Produção) acaba atuando como Bombeiro, ou seja vive apagando ''incêndios'' (termo utilizado a problemas e situações não previstas no processo) a todo momento, desde a entrada dos pedidos ate a expedição e faturamento do mesmo, a área de PPCP que tem como o significado da primeira letra ''P'' o Planejamento , que e a base de atuação do PPCP, tudo começa com um bom planejamento: o que fazer, quando fazer e como fazer da melhor maneira possível, menor custo, maior eficiência entre outros,  isto requer tempo e atenção por parte do planejador para ser efetuada esta analise, mas quando todo o setor vive apagando ''incêndios'' no dia a dia para conseguir atender os prazos de entrega, o Planejamento cai por terra, com isso temos mais paradas de maquinas, programações deficitárias, não cumprimento de datas de entrega, problemas de qualidades aumentam e o clima na área se torna o pior possível a cada dia.
Os Gestores tem que se atentarem para reverter esse quadro o mais rápido possível, pois os resultados só tendem a piorar mais e mais, para isso deve-se focar a maior parte do tempo em planejar, com isso os ''incêndios'' tendem a cair drasticamente e depois de um tempo serem totalmente eliminados, pois com o planejamento pode se antecipar estes problemas e evitar que acabem virando problemas maiores futuramente.
Foco no planejamento, foque no planejamento, pois com um bom planejamento as programações serão mais assertivas e o controle sera bem mais fácil de ser executado, por isso concentre sua energias no ''P'' mais importante o do Planejamento.

domingo, 27 de dezembro de 2015

UM POUCO MAIS DOPLANO MESTRE DE PRODUÇÃO - MPS

O MPS forma a base da comunicação entre Vendas e Manufatura. Ele é o link vital no planejamento,pois:

                  - ele é quem define o que realmente a manufatura produzirá; 
                  - ele é a base para o cálculo dos recursos realmente necessários; 
                  - ele é a base para o cálculo dos requerimentos de materiais.

 Enquanto o planejamento da produção trabalha com família de produtos o MPS trabalha com cada um dos itens finais, em termos de quantidades e datas. As informações necessárias para desenvolver um MPS são provenientes de:

                  - Planejamento da Produção (S&OP);
                  - Previsões para os itens finais individualmente; 
                  - Ordens atuais em andamento;
                  - Política de estoques para cada item final; 
                  - Recursos da Manufatura;
                  - Estoque inicial de cada item final. 

Um bom planejamento deve responder a quatro questões, são elas: 

                  1) O que iremos fazer ?
                  2) O que é necessário para fazer ?
                  3) O que nós temos ?
                  4) Do que precisamos ? 

Estas são questões de prioridade / demanda e de capacidade. Prioridade / demanda dizem respeito aos produtos necessários, identificando a quantidade necessária e quando os produtos devem estar prontos para entrega. Capacidade diz respeito a disponibilidade dos recursos da manufatura para efetivar a produção, os recursos aqui referidos são as máquinas, a mão de obra, os recursos financeiros e a disponibilidade de matérias prima e componentes.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO



Existem várias formas de classificar os sistemas de produção.

• pelo grau de padronização dos produtos; 

sistemas que produzem produtos padronizados, que são aqueles bens ou serviços que apresentam alto grau de uniformidade, geralmente são produzidos em grande escala e os clientes esperam encontrá-los a sua disposição;
                 • seus sistemas produtivos podem ser organizados de forma a padronizar mais facilmente os recursos produtivos (máquinas, homens e materiais), os métodos de trabalho e controles, contribuindo para uma maior eficiência do sistema, com conseqüente redução dos custos.

sistemas que produzem produtos sob medida, que são bens ou serviços customizados para um cliente em específico, geralmente estes produtos não são produzidos para estoque e os lotes normalmente são unitários;
                 • devido ao fato do prazo de entrega ser um fator determinante no atendimento ao cliente, os sistemas que trabalham sob encomenda normalmente possuem grande capacidade ociosa. Possuem grande dificuldade em padronizar os métodos de trabalho e os recursos produtivos, gerando produtos mais caros do que os padronizados. A automação dos processos é menos aplicável visto que a quantidade produzida não justifica os investimentos.

 • pelo tipo de operação que sofrem os produtos;

 processos contínuos;
                  envolvem a produção de bens ou serviços que não podem ser identificados individualmente. Normalmente são empregados quando existe uma alta uniformidade na produção e demanda fazendo com que produtos e processos produtivos sejam totalmente interdependentes, favorecendo a automatização, não existindo flexibilidade no sistema.
                • são necessários altos investimentos em equipamentos e instalações;
                • a mão-de-obra é empregada apenas para a condução e manutenção das instalações, sendo seu custo insignificante em relação aos outros fatores produtivos.
                exemplos: energia elétrica, petróleo e derivados, produtos químicos de uma forma geral, serviços de aquecimento e ar condicionado, de limpeza contínua, etc.

processos discretos; 
                envolvem a produção de bens ou serviços que podem ser isolados, em lotes ou unidades, particularizando-os uns dos outros. Este tipo de processo se divide em:

 repetitivos em massa;
                são aqueles empregados na produção em grande escala de produtos altamente padronizados.
 A demanda pelos produtos normalmente é estável fazendo com que seus projetos tenham pouca alteração no curto prazo, possibilitando a montagem de uma estrutura produtiva altamente especializada e pouco flexível, onde os altos investimentos possam ser amortizados durante um longo prazo.
                exemplos: automóveis, eletrodomésticos, produtos têxteis, produtos cerâmicos, abate e beneficiamento de aves, suínos, gado, etc., e a prestação de serviços em grande escala como transporte aéreo, editoração de jornais e revistas, etc.

 - repetitivos em lotes;
                se caracterizam-se pela produção de um volume médio de bens ou serviços padronizados em lotes, sendo que cada lote segue uma série de operações que necessitam ser programadas a medida que as operações anteriores forem realizadas. o sistema produtivo deve ser relativamente flexível, empregando equipamentos pouco especializados e mão-de-obra polivalente, visando atender diferentes pedidos dos clientes e flutuações da demanda.
                exemplos: produtos têxteis em pequena escala, sapatos, alimentos industrializados, ferragens, restaurantes, etc.

 por projeto;

                Os processos por projeto tem como finalidade o atendimento de uma necessidade específica dos cliente, com todas as suas atividades voltadas para esta meta. Os produtos têm uma data específica para serem concluídos e, uma vez concluídos, o sistema produtivo se volta para um novo projeto; são concebidos em estreita ligação com os clientes, de modo que suas especificações impõem uma organização dedicada ao projeto; exige-se alta flexibilidade dos recursos produtivos.
                exemplos: navios, aviões, usinas hidroelétricas, etc., e na prestação de serviços específicos como agências de propaganda, escritórios de advocacia, arquitetura, etc.

• pela natureza do produto;

                Os sistemas de produção podem estar voltados para a geração de bens ou de serviços. Quando o produto fabricado é algo tangível, como um carro, uma geladeira ou uma bola, podendo ser tocado e visto, diz-se que o sistema de produção é uma manufatura de bens. Por outro lado, quando o produto gerado é intangível, podendo apenas ser sentido, como uma consulta médica, um filme ou transporte de pessoas, diz-se que o sistema de produção é um prestador de serviços.

domingo, 20 de dezembro de 2015

INVENTÁRIO PERIÓDICO E ROTATIVO - GESTÃO DE ESTOQUES


O inventário de estoques constitui-se em uma ferramenta de importância fundamental para o aperfeiçoamento dos controles internos da organização, mitigando riscos de perdas, proporcionando maior acuracidade nos custos com a operação e atendendo de forma eficiente à legislação de referência.

Os inventários de estoque são classificados como:
Inventário Rotativo
É uma importante ferramenta para obter uma alta acuracidade em estoques, sendo realizado constantemente contagens físicas programadas, com seus critérios e ciclos definidos em função da classificação ABC, contribuindo também, para identificação imediata e correções de eventuais falhas no processo operacional.
Inventário Periódico
O inventário periódico além de ter como objetivo principal a elaboração de demonstrativos financeiros, também evidencia as falhas nos controles operacionais.

Metodologia
Os trabalhos são realizados dentro de padrões técnicos, normas e procedimentos para execução de inventários de estoque, observados as diretrizes da Instituição e as melhores práticas administrativas requeridas para esse serviço.
São adotados os seguintes passos para a execução dos serviços:
  • Comunicações internas - São efetuadas as comunicações internas necessárias, visando dar conhecimento sobre a execução dos trabalhos, sua importância e os cuidados que deverão ser adotados por todos para garantir a maior qualidade dos resultados;
  • Apresentação de cronograma de execução dos trabalhos - O cronograma é apresentado e ajustado conforme a necessidade da Companhia, antes do inicio da execução dos serviços.
  • Cut-off - Procedimento de grande importância para garantir a precisão e a confiabilidade do inventário, consiste no marco de interrupção temporária do fluxo de entrada e saída de materiais, enquanto é realizada a contagem.
Deve ser determinado que, durante a contagem de um item de estoque, nenhuma movimentação deve ser realizada, até que se conclua a contagem.
Verificação da organização do item a ser contado, com segregação e classificação de eventuais itens não pertencentes à espécie objeto de inventário.

Recursos Humanos Envolvidos
Para a contagem, é empregada uma equipe de técnicos auxiliares de inventário, encarregados do levantamento físico e supervisores encarregados da conferência e recontagem.

Tecnologias Envolvidas
Para obtermos o resultado esperado, dentro de padrões técnicos e altamente qualificado, utilizamos, além de softwares próprios, os seguintes recursos tecnológicos:
  • Handhelds e coletores de dados - A contagem física é realizada através desses equipamentos que apresentam a vantagem deassegurar maior rapidez na execução e aumentar a confiabilidade.
  • Balanças contadoras de alta precisão - Para contagem de peças que apresentam tecnicamente, tamanhos e pesos homogéneos, como parafusos, arruelas, porcas pequenas e outras.
  • Etiquetas autocolantes com código de barras - São utilizadas como Ficha de Inventário de Estoque, sendo seu uso necessário para garantir melhor controle e confiabilidade ao inventário.
  • Computadores e Notebook’s - Equipamentos necessários para ajustes e inclusão de dados.
  • Impressoras wireless - É utilizado para emissão imediata de relatórios de conferência, que antecedem aos ajustes e inclusão de dados.
  • Transceptores de média distância - São utilizados para comunicação constante entre os auxiliares e o supervisor durante o inventário.
  • Câmera digital - É utilizado para documentar situações que serão circunstanciadas no relatório final.

Produtos Oferecidos
Ao final dos trabalhos, são apresentados os seguintes produtos:
  • Relatório do inventário, contendo:
  • Resultado do levantamento físico;
  • Comparação entre os dados coletados e a base fornecida pela Companhia, de modo a apontar as sobras, faltas e divergências;
  • Conciliação física – contábil;
  • Arquivo eletrônico contendo os dados sobre os materiais inventariados;
  • Relato circunstanciado das ocorrências verificadas durante a realização dos serviços;

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

MÉTODO PEPS, UEPS E MPM - GESTÃO DE ESTOQUES


Hoje falaremos um pouco sobre 3 melhores métodos de para controle de estoques, confira quais são eles:

1. Método PEPS
O método PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) obedece a uma ordem cronológica à medida que as mercadorias entram e saem do estoque. Assim, quando as vendas acontecem, dá-se baixa nas primeiras unidades que entraram, ou seja, as mercadorias que chegaram primeiro, são as primeiras a serem despachadas, seja para produção, seja na efetivação das vendas.
Neste método de gestão de estoque, usam-se os custos dos lotes mais antigos quando as mercadorias deixam o estoque, partindo para o segundo lote mais antigo e, assim, sucessivamente. A circulação dos produtos ocorre de forma ordenada e contínua, refletindo com precisão o seu custo real.

2. Método UEPS

O método UEPS (Último a Entrar, Primeiro a Sair) segue o raciocínio contrário ao do método anterior, o PEPS. Funciona assim: o custo do estoque leva em consideração o preço das ultimas unidades que foram adquiridas e lançadas no controle de estoque.
Neste método de gestão de estoque, os preços mais recentes é que valem, já que repercutem os últimos gastos com a reposição de mercadorias. O PEPS é um dos métodos recomendados, sendo inclusive utilizado pelo Fisco. O problema é que este método não é aplicável em todos os setores, tornando-se inviável, por exemplo, nas empresas que lidam com gêneros perecíveis como alimentos.

3. Método MPM

O método MPM (Média Ponderada Móvel ou Preço Médio Ponderado)é bastante utilizado no Brasil pela sua facilidade de implementação. Funciona da seguinte forma: o estoque é controlado permanentemente e, a cada aquisição de mercadorias, o cálculo de custos é refeito. Somam-se os custos do primeiro lote com os do segundo lote e divide-se pela quantidade total de produtos. Este controle faz com que o preço médio do patrimônio estocado ofereça uma rentabilidade mediana e segura.

domingo, 13 de dezembro de 2015

ACURACIDADE NOS ESTOQUES


A baixa acuracidade na informação de estoques de produtos acabados pode ocasionar grandes transtornos às empresas, impactando diretamente nas vendas. Imagine vender aquilo que você não dispõe em estoque para pronta-entrega ou entregar pedidos parciais?
No caso de matérias-primas, informações pouco confiáveis podem causar catástrofes ainda maiores, levando as empresas a comprar errado, produzir itens desnecessários e até provocar a parada de linhas produtivas.
Uma das formas mais eficazes de se obter uma rápida e consistente melhoria na acuracidade de estoques é a utilização dos sistemas de inventário (ou contagem) cíclica ou rotativa.

Trata-se de um processo de checagem das quantidades em estoques através da contagem de porções do estoque, em uma base contínua; em outras palavras, trata-se de um processo que realiza contagens regulares, mas que não conta a totalidade dos estoques em um único evento.
A implantação de um bem sucedido programa de contagem cíclica poderá resultar em um aumento na acuracidade de estoques que varia de 5% a 10% em um curto prazo.
A oportunidade de aumentar as vendas, simultaneamente com a redução de estoques, sem o comprometimento do nível de serviço, torna a realização do inventário cíclico uma prática de logística classe-mundial.
A meta atual perseguida é de 97% de acuracidade, levando-se em conta os endereços físicos existentes (bins), eliminando, dessa forma, a necessidade da realização do inventário físico periódico (aquele que ninguém gosta).
Se os seus atuais indicadores por item ou item/endereço encontram-se abaixo de 90%, algo deve ser feito urgentemente. Se a sua operação alcançou indicadores entre 90% e 95%, melhorias substanciais poderão ser realizadas. Se você alcançou indicadores acima de 95%, melhorias incrementais poderão ser obtidas.
Vários benefícios podem ser obtidos com a contagem cíclica:
• reduz (e até elimina) vendas perdidas e o nível de pedidos incompletos, causados por saldos incorretos ou pela dificuldade de localizar os materiais em estoque ;
•  elimina os custos e a ruptura nos serviços provocada pela interrupção das operações na realização de um inventário físico periódico;
•  garante que os produtos pedidos serão efetivamente aqueles separados e expedidos para os Clientes, impactando diretamente no % de pedidos perfeitos
•  melhores indicadores de acuracidade levam à redução do nível de estoques de segurança, e conseqüentemente, a menores custos com inventários
•  melhora a produtividade operacional, pois reduz drasticamente as paradas ao longo do processo de picking, ocorridas devido à não localização dos itens para a composição dos pedidos.
Melhores níveis de serviço passam necessariamente por uma maior acuracidade nas informações de estoques.
Sem ou com pouca confiabilidade, as diversas áreas internas de uma empresa (PCP, Compras, Produção e Vendas) adicionarão “margens de segurança”, comprometendo a competitividade da sua empresa.
Somente com um bem sucedido programa de contagem cíclica, combinado a auditorias paralelas e a um foco na melhoria contínua, a sua empresa poderá gerar informações confiáveis, que seguramente beneficiarão todas as áreas vitais da empresa e se constituirão em um importante diferencial no mercado em que você atua!

sexta-feira, 27 de março de 2015

FERRAMENTA - A3

Uma das problemáticas observadas nas organizações é o modo no qual o conceito de melhoria contínua é integrado à rotina do trabalho. Desde os anos 50 esta preocupação vem ganhando espaço ao passo que os conceitos de qualidade são integrados em todos os níveis organizacionais. Um dos pilares do sucesso Lean está em um método (alguns pesquisadores denominam de processo e aprendizagem contínua) de gerenciamento que tem se mostrado eficaz na solução de problemas e na execução dos planos da empresa japonesa: A3 e pode ser facilmente aplicado à projetos.

Na Toyota, A3 significa uma metodologia de agir perante um problema, desafio ou projeto a ser implementado, transformando-se em uma ferramenta de gerenciamento do TPS – Sistema de Produção Toyota.

Relatório A3 é uma ferramenta onde problema, análise, ações corretivas e plano de ação são escritos em apenas uma das faces de uma única folha de papel tamanho internacional A3 (297 x 420 mm), normalmente utilizando-se gráficos e figuras, um nome bem simples que diferente do significado real.

No método A3, cada desafio que a organização precisa enfrentar (projeto ou problema) deve ser registrado em uma única folha de papel A3. Nada mais, nada menos. Exatamente nesse papel, portanto, o relatório A3 é a ferramenta que se utiliza o autor (da solução) para apresentar de forma sintetizada e organizada a solução encontrada para o problema; muitos autores gostam de enfatizar que um relatório A3, além ser uma representação do ciclo PDCA, conta a história do problema, como será resolvido (plano de ação) e como saberemos que as melhorias foram implementadas (acompanhamento).

O relatório A3 é composto pelas seguintes informações:

  • O título do A3 – É ele que vai deliminar o problema, desafio ou projeto a ser enfrentado ou implementado na empresa;
  • Responsável e a Data – Identificação a respeito de quem é o responsável pela execução do que está registrado naquele A3, além da data de quando o documento foi elaborado e revisado pela última vez;
  • Contexto – Detalhamento do contexto do que está sendo feito ou planejado explicando a importância do problema a ser resolvido, o desafio a ser enfrentado ou o projeto a ser implementado;
  • Condições atuais – Explicações sobre o que ocorre ou o que se sabe hoje sobre o problema, desafio ou projeto a ser trabalhado., incluindo quadros, gráficos, desenhos, mapas, caso sejam necessários para melhorar e ampliar a visualização;
  • Objetivo e metas – Essa parte deve descrever claramente e o mais preciso possível o resultado que se espera conseguir, sempre detalhando quais são os resultados específicos exigidos;
  • Análise – Parte do documento em que se relata a situação e as causas, ou seja, detalhar a relação entre a causa e o efeito que criaram a oportunidade entre o que se tem hoje e o que se espera conseguir;
  • Contramedidas propostas – Essa seção do documento define as ações corretivas com foco no problema, no desafio ou nos objetivos ou metas, em busca da causa raiz;
  • Plano – Aqui nessa etapa se detalha todas as atividades e os indicadores do plano de ação, que deve ser objetivo e claro, além de explicitar quem faz o quê e quando, sempre visando resolver o problema, atingir a meta ou implementar o projeto;
  • Acompanhamento – Ao final se detalha o acompanhamento e o aprendizado obtido durante o enfrentamento do problema, desafio ou projeto a ser implementado, gerando o histórico.
O sucesso do uso do relatório A3 atribui-se a diversos factores:  
  1. O método A3 exige que se documente a forma como o trabalho é realmente feito. A melhor (e provavelmente com maior credibilidade) forma para se documentar o trabalho actual é observá-lo em primeira mão. Recriar o processo a partir da memória em sala de reuniões distante de onde o trabalho acontece resultará em informações incorrectas e generalizações excessivas. Quase sempre, são os pequenos detalhes negligenciados no local de trabalho que causam as ineficiências ou problemas de qualidade.
  2. O relatório A3 permite que as pessoas nos locais de trabalho possam contribuir para a solução de problemas em vez de apenas trabalhar ao torno dele. O relatório A3 não requer horas de treino especializado. Podem ser simples rascunhos com lápis e papel, sem necessidade de uso de computador. Por exemplo a Toyota não faz distinção das pessoas que fazem o trabalho das pessoas que resolvem os problemas. O trabalho de todos é resolver problemas e melhorar.
  3. A natureza visual dos ícones e diagramas criam uma representação mais próxima dos sistemas reais comparados com outras representações tais como fluxogramas. Dessa maneira, os responsáveis estão aptos a verem seus problemas com maior clareza e todos percebem o sistema com maior facilidade. Além disso, os diagramas servem como um limite objectivo entre indivíduos e as unidades da organização. Perante um documento físico que todos podem discutir, facilita a comunicação e a partilha do conhecimento.

sábado, 21 de março de 2015

CUSTOS INDUSTRIAIS

Elementos básicos do Custo Industrial:

Ü         Materiais;
Ü         Mão-de-obra;
Ü         Gastos Gerais de Fabricação.

1. Materiais


Os materiais utilizados na fabricação podem ser classificados em:

ü       Matérias-primas: são os materiais principais e essenciais na fabricação do produto. A matéria-prima para uma indústria de móveis de madeira é a madeira; para uma indústria de confecções é o tecido; para uma indústria de massas alimentícias é a farinha.
ü       Materiais secundários: são os materiais que entram em menor quantidade na fabricação do produto. Esses materiais são aplicados juntamente com a matéria-prima, complementando-a ou até mesmo dando o acabamento necessário ao produto. Os materiais secundários para uma indústria de móveis de madeira são: pregos, cola, verniz, dobradiças, fechos etc.; para uma indústria de confecções são: botões, zíperes, linha etc.; para uma indústria de massas alimentícias são: ovos, manteiga, fermento, açúcar etc.
ü       Materiais de embalagem: são os materiais destinados a acondicionar ou embalar os produtos, antes que eles saiam da área de produção. Os materiais de embalagem, em uma indústria de móveis de madeira, podem ser caixas de papelão, que embalam os móveis desmontados; em uma indústria de confecções, caixas ou sacos plásticos; em uma indústria de massas alimentícias, caixas, sacos plásticos etc.

2. Mão-de-obra

Compreende os gastos com o pessoal envolvido na produção da empresa industrial, englobando salários, encargos sociais, refeições e estadias, seguros etc.

3. Gastos Gerais de Fabricação

Correspondem aos demais gastos necessários para a fabricação dos produtos, como: aluguéis, energia elétrica, serviços de terceiros, manutenção da fábrica, depreciação, seguros diversos, material de limpeza, óleos e lubrificantes para as máquinas, pequenas peças para reposição, telefones e comunicações etc.


Custos Industriais
Custos Diretos e Indiretos


Custo Direto:
Também interpretado por alguns autores como "custo primário", é representado pelos elementos diretos da produção. É a Matéria Prima, mais o frete, mais a embalagem, mais os demais materiais de consumo de fácil identificação aplicados diretamente ao produto, sem ICMS e IPI.


ÜCusto Primário: É a soma da matéria-prima mais a mão-de-obra direta.


Custos Indiretos:
Elementos da produção que não participam fisicamente, nem diretamente ao produto, são os gastos que cooperam para que ocorra a produção do mesmo.
Estes custos necessitam de alguns critérios de rateio para sua locação, diferente dos custos diretos. Alguns exemplos de custos indiretos são: A limpeza e manutenção das instalações, combustíveis, lubrificantes, mão de obra indireta, bem como os diversos elementos indiretos relacionados.

Custos fixos e variáveis: No momento em que analisamos orçamentos, torna-se interessante distinguirmos estas duas categorias de custos.

Custos fixos:  Pode-se definir como os custos que não se alteram em função do volume de produção ou vendas.

Custos variáveis: São os custos que se alteram conforme a quantidade vendida ou produzida (geralmente são os custos diretos, como matéria prima e embalagem).


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

AUTOR DO BLOG



Meu nome é Vanderlei Silva, sou formado em Tecnólogo de produção industrial pela Universidade de Sorocaba (UNISO), atuo na área industrial há 10 anos com passagens em médias e grandes empresas,atuei como apontador de produção desenvolvendo atividades ligadas a controle de pessoas e materiais, trabalho na área de PPCP exercendo todas as funções relativas á área, sou um profissional dinâmico e responsável que busca sempre atingir os objetivos e metas traçadas pela empresa em que atuo, seguem meus contatos:










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@0vandersilva

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domingo, 6 de julho de 2014

35 hábitos para se tornar uma pessoa mais produtiva


Matéria muito interessante que saiu está semana na revista exame:
Anna Vital
Infográfico de como ser produtivo feito por Anna Vital
Infográfico de como ser produtivo feito por Anna Vital
Muitas pessoas argumentam que precisam de dias com mais de 30 horas para que coensigam trminar todos os seus afazeres. No entanto, o verdadeiro segredo está em como ter mais produtividade por meio do melhor aproveitamento de seu tempo.





A fundadora da startup Funders and Founders, Anna Vital, sabe bem o que é precisar de mais tempo para realizar suas atividades.
Por isso, depois de morar em 7 países diferentes, passar 3 meses em um vilarejo e depois se mudar para uma grande cidade a trabalho em apenas um ano, ela criou um infográfico sobre suas experiências para conseguir ter mais produtividade no dia a dia.
O infográfico traz 35 hábitos que podem ser tomados em diversos aspectos do dia, e vão desde a escolha de roupas até o controle sobre sua alimentação, atividades físicas e uso da tecnologia.
Para não perder mais tempo, confira esta lista e comece imediatamente sua rotina produtiva para o trabalho.
Mente
1. Regra do 80/20: preste atenção à regra do 80/20, ou seja, quais são os 20% de trabalho que renderão 80% de resultados?
2. Foque nas coisas importantes, e suprima as urgências
3. Decida qual será o resultado antes mesmo de começar
4. Faça um caderno para anotar ideias geniais que você tem e com as quais não pode trabalhar no momento
5. Elimine questões triviais para evitar o desperdício de seu tempo, como na escolha das roupas que vai usar
6. Aprenda a ignorar. Não é preciso ter uma resposta para tudo
7. Não perca tempo: faça um mau rascunho. Afinal, você não vai poder editar uma página em branco
8. Trate seu tempo como se ele fosse dinheiro

Alimentação
9. Crie uma rotina alimentar
10. Coma alimentos saudáveis
11. Receba a comida por delivery para economizar tempo
12. Faça um acordo com a cafeteria que frequenta diariamente

Agenda
13. Faça as coisas mais fáceis primeiro
14. Priorize apenas uma coisa por dia
15. Defina uma rotina diária para se organizar melhor
16. Evite fazer reuniões quando elas não forem sobre algum assunto realmente decisivo
17. Melhor feito do que perfeito

Corpo
18. Controle a ansiedade. Uma boa forma de fazer isso é praticando alguma atividade física, como corrida, dança ou natação
19. Não se prenda a poucas horas de sono. Dormir mais pode fazer com que você produza mais no dia seguinte
20. Tire pequenos cochilos quando sua energia estiver muito baixa

Truques
21. Visualize o produto final
22. Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Evite a questão ovo-galinha e comece a tarefa antes mesmo de se sentir preparado
23. Assuma que você está com a razão quando estiver em dúvida. Decisivo é produtivo
24. Quando estiver com a mente muito bloqueada, crie um mapa mental com suas ideias
25. Se você não pode escrever algo, grave-o
26. Quando ler algo que lhe foi útil, escreva para o autor

Roupas
27. Defina uma espécie de uniforme para ir trabalhar, e use-o diariamente
28. Use tecidos inteligentes, para não perder tempo passando camisas
29. Carregue uma roupa que possa ser usada em várias ocasiões
30. Doe ou descarte as roupas que você já deixou de usar

Tecnologia
31. Limite as respostas de e-mail para apenas uma mensagem por minuto
32. Se você não consegue entender sobre o que um e-mail se trata, não responda
33. Desligue-se das notícias. Poucas coisas importantes acontecerão durante o dia
34. Não atenda a chamadas a não ser em casos de emergência (e emergências são raras)
35. Use atalhos de teclado para economizar tempo ao usar o PC


Fonte: Exame.abril.com.br